Novo normal: a influência das mídias sociais nos hábitos de consumo

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Durante a pandemia, as redes sociais cresceram 40%. Entender o motivo para esse crescimento é simples, por meio de situações que todos passamos. Primeiro, o isolamento social dificultou a conexão com outras pessoas, fazendo com que as mídias sociais se tornassem protagonistas nesse sentido. Segundo, o tédio também fez com que o tempo de navegação aumentasse. 

Como profissionais de marketing, esse ressurgimento e crescimento das mídias sociais traz impactos super interessantes. Já falamos muito no blog como o coronavírus foi um acelerador de tendências e esse é mais um ótimo exemplo. Então, continue lendo o post e entenda como a influência das mídias sociais nos hábitos de consumo cresceu na pandemia e o que isso significa para as marcas

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Como as mídias sociais cresceram na pandemia? 

Durante a pandemia, as mídias sociais foram utilizadas de diversas formas diferentes. Além dos processos mais tradicionais de navegar pelo feed, existem alguns modelos que se destacaram. O primeiro, foram as lives e vídeos. As lives do Átila foram um enorme sucesso, por exemplo. As marcas também entraram na onda, com as lives da Magalu pegando um modelo emprestado da China para vender produtos ao vivo. 

Também é impossível falar de redes sociais na pandemia sem mencionar o Tik Tok. A nova rede é um incrível fenômeno, sendo um aplicativo chinês para vídeos curtos. Foi muito rapidamente um dos aplicativos mais baixados do mundo e um dos preferidos entre o público mais jovem. O TikTok fez tanto sucesso que o Instagram precisou responder com o Reels, que tem praticamente as mesmas funcionalidades. 

Outra rede social que merece destaque na pandemia é o WhatsApp. Presente em 99% dos smartphones brasileiros, o aplicativo ainda conseguiu espaço para crescer, dessa vez com as marcas. Muitas empresas, especialmente as menores e os negócios locais, viram nessa ferramenta uma ótima forma de vender durante a quarentena. 

Como as redes sociais influenciam nos hábitos de consumo? 

Um profissional de marketing precisa saber a resposta para a seguinte pergunta: Qual é o meio mais eficiente de vender o seu produto? A resposta é o boca a boca. A empresa pode usar ótimas ferramentas como a produção de conteúdo, os anúncios segmentados, os influenciadores e diversos outros. Porém, nada supera um amigo falando para você que o produto é bom. 

A grande vantagem da rede social é que ela combina todos os anteriores. Primeiro, o boca a boca. O público é esperto e sabe que as marcas fazem marketing para falar como seu produto é bom. Por isso, quando é um amigo ou mesmo um usuário que eles não conhecem, o peso da afirmação é muito maior. 

As redes sociais favorecem essa interação. Quando uma pessoa faz uma postagem sobre a sua marca, ela está impactando potencialmente todo mundo no seu feed. É claro que o seu objetivo é que essa postagem seja positiva. Por outro lado, uma pessoa pode conhecer sua marca através de publicações da empresa, de outras pessoas e dos colaboradores. 

Por fim, quando uma pessoa quer comprar um produto ou conhecer melhor a marca, procura opiniões de outras que já o usaram. Dentre eles estão os influencers. Seu peso tende a ser maior do que o das celebridades tradicionais, pois existe mais credibilidade por conta de uma aproximação tanto com o público quanto com o produto. 

Ou seja, o potencial de interações é praticamente infinito e você encontra muitos exemplos disso por aí. No próprio post da semana passada, sobre o BBB, mencionamos as participantes que usaram as redes sociais para vender tanto sua marca quanto produtos. 

O que a influência das mídias sociais nos hábitos de consumo significa para as marcas? 

Na prática, se você já trabalha nas redes sociais, não muda muita coisa. Como mencionamos, esses canais já mudaram o comportamento do usuário há muito tempo. O que muda é o seu grau de importância, já que passamos cada vez mais tempo neles. É claro que é preciso ficar de olho nas mudanças, com novas ferramentas e possibilidades de interação, como o TikTok e o Reels. Porém, é preciso lembrar o que está na base das redes sociais. 

Praticamente toda rede social é construída em cima de certos princípios psicológicos, que afetam diretamente o consumo. Um grande exemplo é FOMO, Fear of Missing Out, ou medo de ficar de fora. Se existe um assunto sobre o qual todos estão falando e um produto que todo mundo, ou todo mundo que eu conheço, está comprando, eu não quero ficar de fora. 

Outro exemplo parecido é a prova social. É o que mais se aproxima do boca a boca, pois se muita gente, ou alguém que eu confio, usa esse produto, quer dizer que tem muita chance dele ser bom e de que eu também vou gostar. 

Por fim, as redes sociais são cheias de moedas sociais. Se uma pessoa posta uma foto com uma roupa da sua marca, e recebe várias curtidas e comentários com elogios, ela ganha muita moeda social. Ela se sente e se mostra como uma pessoa legal, descolada, com bom gosto e foi sua marca que proporcionou isso. E quem viu essa foto também vai querer o produto, para ganhar essa moeda no futuro. 

A vantagem é que esse também é um boca a boca. O público não precisa dizer claramente que recomenda seu produto. Uma foto de uma roupa, de uma comida ou o que quer que seja já é uma recomendação implícita e gera certas emoções em quem os vê. É semelhante ao compartilhamento de memes. Se alguém mostra um meme que todo mundo acha engraçado, a pessoa ganha muita moeda social de ser engraçada também. Quem recebeu, vai passar para todo mundo que conhece, para ganhar a mesma moeda. 

Para as marcas, isso significa aproveitar esses ganchos. Mas, é claro, que é preciso fazer isso de forma sutil. Como falamos, o público é esperto. O resultado é que, no final das contas, é preciso ser mais eficiente em praticamente tudo no negócio. 

O grande objetivo é criar no público a vontade de falar (bem) da sua empresa. Isso significa ter um ótimo produto, mas também um incrível atendimento, experiências únicas e momentos WoW. 

Não existe nenhum sinal de que as redes sociais vão perder o pique. Pelo contrário. Cada vez mais o público está imerso nas redes, o que significa que gerar o boca a boca espontâneo e genuíno é ainda mais valioso. Felizmente, também existem diversas formas de fazer isso.  
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1 comentário em “Novo normal: a influência das mídias sociais nos hábitos de consumo

  1. Se antes já era necessário o uso de uma Plataformas de CRM, com a Epidemia as Marcas se viram obrigadas a se adaptarem rapidamente ao uso dessas Plataformas já contratadas vinculadas ao seus Sites, para não perder o controle de seu banco de dados, e, as que não tinham despertado ainda para a necessidade desse vinculo, tiveram que acessar seus TIs para que criassem esse elo rapidamente. Toda grande Marca hoje necessita de uma Plataforma de CRM para trabalhar seu banco de dados e facilitar o trabalho de sua Equipe de Vendas de deter conhecimento e acesso às suas Carteiras de Clientes. Uma boa Plataforma de CRM tem como objetivo o IPID – Identificar, Personalizar, Interagir e Diferenciar – seus Clientes buscando a Fidelização desse Cliente. Hoje, quanto mais se sabe do Cliente mais chances uma Marca têm de Converter esse Contato em uma Venda. E isso foi essencial durante a Pandemia e ainda está sendo, uma vez que a Epidemia está aí, nada mudou. E esse Relacionamento com o Cliente pode ocorrer por meio de WhatsApp, SMS, E-mail, ou mesmo, por meio das Redes Sociais das Gerentes e Supervisoras (Instagram e Facebook), tornando visível e acessível as promoções de sua Marca, os lançamentos, os bônus etc. Isso tudo pode estar centralizado em uma Plataforma de CRM, que se tornou o foco de toda grande Marca. O Delivery baseada na Cesta de Compras de cada Cliente é uma forma assertiva de conquistar um Cliente. Essa é a realidade hoje de Grandes Grupos e Grandes Marcas com as quais eu trabalho.

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