Marketing mobile: como fazer?

Categorias Marketing Digital

Em 2016 o paradigma de acesso à internet mudou. Há 5 anos o smartphone passou o PC e se tornou a principal forma de como o brasileiro ficava online. De lá para cá, essa distância apenas aumentou. Agora, é hegemonia: 98% das pessoas que acessam a internet usam o celular. Por isso, o marketing mobile é crucial. 

Com isso, o marketing no mobile não deve ser uma de suas estratégias, deve ser a principal estratégia. Qualquer e-mail que você envie, post que você publique, vídeo que grave ou conteúdo que escreva, quase certamente será visto no celular. Por isso, o próprio Google fala em mobile first

Neste post, falaremos um pouco de marketing mobile, como o que e algumas dicas de ações que podem ser feitas para otimizar essa plataforma

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O que é marketing mobile?

Resumidamente, marketing mobile nada mais é do que ações feitas para dispositivos móveis. Exagerando um pouco, isso pode ser chamado apenas de “marketing”. Brincadeiras à parte, é claro que o desktop ainda tem muito peso. Especialmente para empresas B2B, em que seu cliente passa grande parte do dia na frente de um computador. 

Mas, é inegável que o mobile domina, como mostram os números. Além disso, vale destacar que mobile engloba tablets, smartwatches e outros dispositivos como esses. 

Alguns exemplos de ações no mobile são: 

  • redes sociais;
  • aplicativos;
  • e-mail;
  • sms
  • geolocalização. 

Por que fazer marketing mobile?

Os números acima indicam porque essa estratégia é tão forte. Os brasileiros passam uma média de 4,8 horas por dia no smartphone. Compras pelo celular foram 55% das vendas em 2020. O WhatsApp está em 99% dos celulares brasileiros

Enfim, existem milhões de estatísticas e provas de algo que você já sabe: as pessoas não largam o celular e o usam para tudo

Como fazer marketing mobile?

A dúvida agora é: como fazer marketing mobile? Confira algumas dicas. 

Confirme que o seu público-alvo e seu conteúdo fazem sentido no celular

Literalmente, qualquer conteúdo faz sentido no celular. Porém, alguns são mais suscetíveis do que outros. Por exemplo, imagine que você trabalha em uma empresa B2B que vende um software de gestão financeira. Sua persona são empreendedores, de pequenas e médias empresas, procurando por uma solução para facilitar o trabalho no dia a dia.

Onde você acha que o usuário procura essa informação? 

É possível que seja no celular? Claro. Mas é mais provável que ele procure durante o trabalho no desktop. O mais importante é que você pense nessa hipótese, no contexto das interações entre o seu produto e o potencial cliente

Lembrando também, que isso são hipóteses. Você precisa investigar para comprovar o que faz mais sentido para o seu público

Pense no contexto que uma pessoa usa um smartphone

Marketing é contexto. Entregar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo. Com isso em mente, pense em como as pessoas, de preferência seu cliente, usam o celular. 

O Google defende que o uso do smartphone é repleto de micro momentos. Ou seja, pequenas e rápidas interações com o celular, geralmente enquanto é feita uma tarefa ou está procurando por algo. Logo, seu conteúdo ou oferta precisa fazer sentido. 

Quando o usuário procura algo, ele quer uma resposta rápida. Se está navegando nas redes, roda em um ritmo muito acelerado, para ver o máximo de posts possível. Logo, seu conteúdo precisa chamar a atenção e passar a mensagem rapidamente. 

Do lado oposto, o que você mais quer é evitar ser intrusivo. Respeite seu tempo e seu momento, enviando mensagens apenas com sua permissão, por exemplo. 

Foque em dores e benefícios e não no seu produto

Se você precisa chamar a atenção do usuário rapidamente, precisa entregar valor para ele o quanto antes. Por isso, uma boa dica é evitar ficar falando muito no seu produto. Não importa o que ele faz, mas o que ele entrega para o usuário final. Como ele resolve sua dor ou como ele traz prazer. 

Lembre-se da responsividade

É claro que você precisa pensar na responsividade. Ou seja, criar um conteúdo que se encaixe bem no formato e no tamanho das telas de celular. Isso não somente facilita a navegação e a experiência do usuário, gerando mais conversões, mas o Google também gosta dessa preocupação. 

Na verdade, a dominância dos celulares é tão grande, que chegou o ponto em que o jogo inverteu. Se você tem uma página, ou um conteúdo qualquer, o ideal é pensar nela primeiro no smartphone e depois nos PCs. 

Aproveite os recursos únicos do smartphone

Um ótimo lembrete é pensar sempre nos recursos únicos do smartphone. Por exemplo, o SMS,  o QR Code, o Bluetooth, a geolocalização são todas ferramentas extremamente poderosas. 

Com bluetooth é possível compartilhar arquivos de oferta, por exemplo, de quem se aproxima da sua loja. Com a geolocalização, é possível fazer segmentações de campanhas e promoções baseadas no lugar em que o público e a loja estão. 

O QR code permite redirecionar os usuários para uma página nas redes sociais ou para o seu site onde quer que ele esteja. Se ele está andando na rua e vê um anúncio, pode usar o QR Code para visitar o site. Se ele quer conhecer mais produtos, o código leva para o catálogo, com muito pouco esforço. 

Por fim, o SMS ainda é uma ferramenta muito poderosa. Ele tem uma taxa de entrega altíssima, já que não depende da internet e também tem uma sólida taxa de abertura. Em muitos casos, a própria mensagem já chega aberta. 

Use os canais tradicionais

É claro que os canais tradicionais brilham no celular. Por exemplo, as redes sociais. O WhatsApp é o app mais usado pelo brasileiro, sendo uma ferramenta fantástica para atendimento, por exemplo, ou para enviar ofertas. Não importa seu negócio, o WhatsApp cabe. E-mail e aplicativos também são ótimas formas de explorar esse canal. 

O marketing mobile deve estar na ponta da língua da sua empresa, praticamente não importando qual seja seu segmento. Se o cliente usa, o profissional de marketing vai atrás. 

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