Os native ads, ou anúncios nativos, salvaram o facebook. Se você não conhece essa história, quando a rede social estava migrando para os dispositivos móveis, tinha muita dificuldade em garantir que o público visse os anúncios. Porém, ao usar os native ads, os posts passaram a ter o mesmo visual do resto do design, e seu valor voltou a ser alto. Foi um recurso que mudou a trajetória da marca. 

Agora, diversas marcas buscam se aproveitar do potencial dos native ads, como a Oi, que recentemente criou o Oi Ads. Então, se você não conhece esse assunto cada vez mais relevante, continue lendo o post. Entenda o que são os native ads e como criar campanhas para eles

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O que são os natives ads? 

A ideia desse recurso é bem simples: trazer um tipo de publicidade que traga anúncios relevantes para a persona e que não atrapalhem a experiência. Afinal, esse não é um problema só do Facebook, mas praticamente toda a internet. 

Quantas vezes você mesmo já abriu uma página e foi atacado com uma publicidade totalmente fora de contexto? Apesar de comum, essa prática gera uma péssima experiência para o usuário, que muitas vezes abandona. 

Também é um pouco do motivo que leva a cegueira de banner. Esse é um fenômeno em que o usuário já está tão treinado em ignorar esse tipo de publicidade, que ele nem mesmo vê os banners que aparecem na página. 

Os native ads, são uma forma de tentar contornar o problema. A idéia é que eles sejam semelhantes ao conteúdo do site ou da plataforma. O objetivo é trazer uma experiência mais suave para o usuário. 

Qual é o objetivo dos natives ads para sua empresa? 

Enquanto os native ads permitem uma experiência mais tranquila para o usuário, o que ele pode fazer pela sua empresa? A ideia por trás desse conteúdo, é ser uma forma de gerar tráfego para sua página, atuando como um mordomo. Ou seja, o propósito é agregar valor para quem, teoricamente, ainda não o conhece. 

Por isso, os native ads dependem de uma plataforma ou portal. O Facebook, por exemplo, reúnem conteúdos que o usuário gosta, de forma a trazer recomendações que sejam úteis a ele. 

Para a sua empresa, é uma ótima oportunidade. Afinal, seu conteúdo é entregue apenas para quem tem mais chances de gostar dele. Então, você está gastando melhor o seu dinheiro, já que native ads são pagos. 

Como planejar uma estratégia de native ads? 

Agora que você já sabe o que são, vamos conversar um pouco sobre como usá-los. Para isso, basta responder 4 perguntas. 

Quem é o seu público? 

Se ficou claro algo acima, é que os native ads são voltados para um público específico. Ou seja, é mais importante do que nunca conhecer sua persona. 

Então, se o público gosta de conteúdos sobre esportes, mesmo que não exista uma ligação direta com esse tema, você pode otimizar seus anúncios. Ou seja, você vai anunciar em canais que o seu público visita

O que você quer alcançar? 

Se você está usando os native ads, você quer alguma coisa. Então, precisa definir quais são os objetivos que você quer alcançar. Como vimos acima, esse modelo é ótimo para atrair novo tráfego, mas também pode ser usado para gerar leads. Tudo depende do seu objetivo

Uma vez que você tenha o objetivo, é preciso definir algumas metas. Já falamos aqui no blog sobre as metas SMART, e elas também se aplicam aqui. Através delas, você consegue otimizar os seus resultados. 

Como você vai segmentar? 

A vantagem dos native ads é a segmentação. São diversos fatores considerados sobre o usuário, para encontrar a opção ideal. Alguns exemplos são a localização, o contexto, a fonte de tráfego e informações sobre ele, que definem o seu perfil. 

Contudo, a principal vantagem é que você pode escolher onde o seu conteúdo será veiculado. É diferente de um banner, por exemplo, que pode aparecer em qualquer lugar. O native ad vai aparecer apenas onde você mandar. 

O que você vai falar? 

Por fim, o último ponto, mas não menos crucial é o conteúdo que será exibido. É o processo mais difícil, pois é preciso equilibrar a jornada de compra com os interesses do usuário. Normalmente, a forma mais fácil de dividir é de acordo com o funil de vendas. 

Quando o usuário está no topo ou no meio do funil, ele ainda não conhece sua empresa ou a solução que você quer oferecer. Por isso, os conteúdos podem abordar problemas que eles têm. Por exemplo, se o usuário é um gestor de empresa e você tem um software de gestão financeira, comece oferecendo algum conteúdo que o ajude a se organizar. 

Se o usuário já está no fundo do funil, você pode aproveitar esse conhecimento que ele já tem para fazer anúncios mais diretos. Ou seja, mencione seu produto ou seu serviço e como ele pode ajudar o usuário. Sempre ofereça valor para tornar a oferta mais vantajosa, como uma consultoria grátis. 

Principais ferramentas de Native Ads

Agora que você já conhece praticamente tudo sobre native ads, vamos fechar o post com algumas ferramentas de native ads que você pode usar. 

Oi Ads – Começando pela solução mais nova, o serviço da Oi traz conteúdos em diversos formatos em sua plataforma; 

DINO – O DINO é o Divulgador de Notícias. É um serviço em que as marcas escrevem artigos, como se fossem notícias, que são divulgados em portais como o Terra e diversos outros;

Taboola – Uma das plataformas mais usadas no Brasil e no mundo, com uma enorme coleção de sites;

Outbrain – É uma opção mais específica, com sites como o Exame e Veja, e as principais marcas da Abril;

Revcontent – Ainda não é tão conhecida no Brasil, mas é bem forte no resto do mundo;

AdNow – Traz parceiros de e-commerce do nome, como a AliExpress e a Amazon;

UOL Ads – Permite anúncios em todas as principais páginas de conteúdo da UOL, um dos maiores portais do Brasil. 

Se você se interessou pelos native ads, a dica é procurar conhecer cada um dos canais e escolher os que têm maior identificação com seu público. Assim, você consegue alcançar resultados cada vez melhores. 

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